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Desde maio, a lei que liberava o uso da fosfoetanolamina, conhecida como pílula do câncer, está suspensa.
O que significa que, por enquanto, está proibida a comercialização da fosfoetanolamina sintética.
Mas o que está proibido é versão "sintética" da fosfoetanolamina.
A forma natural pode ser obtida livremente.
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Mas como?
A fosfoetanolamina é conhecida no mundo científico desde 1939, quando o famoso bioquímico alemão dr. Erwin Chergoff mostrou que tal substância é componente essencial da estrutura de todas as membranas celulares.
Quimicamente é o Ca-EAP (cálcio EAP) ou etanol amina phosphato de cálcio.
Estudos posteriores do cientista suíço dr. Buchi, em 1952, corroboraram os achados de Chergoff, enfatizando a importante função da etanolaminafosfato na fisiologia da membrana celular e das organelas, principalmente a mitocondrial.
Hans Niepper, presidente da Sociedade Alemã de Cancerologia, sabendo da importância da substância em questão, pediu em 1965 ao químico Franz Kohler que preparasse o sal cálcico de fosfoetanolamina para estudo clínico.
No estudo, Niepper descobriu que a fosfoetanolamina era um eficaz transportador de minerais e eletrólitos e diminuía a permeabilidade da membrana selando poros lipídicos defeituosos.
Desta forma, o Ca-EAP diminuía o risco de infecções por bactérias, vírus e toxinas.
Em 1972, Moenninghoff, usando microscopia eletrônica, confirmou os resultados de Niepper.
O primeiro estudo clínico com a fosfoetanolamina foi realizado na esclerose múltipla.
Em 35 anos de uso clínico Niepper observou bons resultados em 68% dos 3.150 pacientes que usaram o medicamento.
O estudo na esclerose múltipla foi confirmado nos Estados Unidos por George Morisette em 300 casos.
O autor observou resultados positivos em 82% dos casos e quando se administrava o fármaco na fase inicial da doença a melhora se elevava para 92%.
Outras doenças tratadas na Alemanha com a fosfoetanolamina foram osteoporose, diabetes, retinopatia diabética, neuropatia diabética.
Houve alguns casos de regressão parcial ou total da doença.
Recentemente descobriu-se que a vitamina K2 aumenta a síntese de fosfoetanolamina na membrana celular e sabe-se o grande valor desta vitamina na prevenção e tratamento do câncer.
Diante da angústia de pacientes e familiares que convivem com doença grave como o câncer, e que desejam usar a fosfoetanolamina, é bom saber que a vitamina K2 está disponível no mercado, faz parte da farmacopeia nacional e é enorme a quantidade de trabalhos que mostram benefícios consistentes em quem a utiliza.
A vitamina K2 provoca diminuição da proliferação neoplásica e aumento da apoptose na maioria dos tumores sólidos mais frequentes dos adultos: mama, próstata, pulmão, gliomas, glioblastoma, ovário, gástrico, colorretal...
Esta é a busca incansável do cientista Felippe Junior, doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, e colaboradores há mais de 14 anos.
Para o pesquisador, células cancerosas não são malignas e sim células doentes que necessitam de tratamento e não extermínio.
Quando uma célula entra em sofrimento por vírus, bactérias, metais carcinogênicos como flúor, níquel mercúrio, cádmio, elas entram em “estado de quase morte”.
Neste momento colocam em ação mecanismos anciões de sobrevivência celular, os mesmos que nos mantiveram vivos durante a Evolução no planeta, e para manter o patrimônio gênico adquirido nos últimos 3,8 bilhões de anos, começam a proliferar.
O crucial no tratamento é afastar o fator causal, pois como em física não existe efeito sem causa, em biologia não existe doença sem causa.
A vitamina K pode ser manipulada ou comprada na internet.
Leia mais em https://www.curapelanatureza.com.br/post/06/2016/fosfoetanolamina-esta-suspensa-como-obter-essa-substancia-de-forma-natural-para-curar-o#tSexKio3y0V6jUDA.99