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Desmatamento na Amazônia caiu 16% no último ano, diz ministro do Meio Ambiente

Desmatamento na Amazônia caiu 16% no último ano, diz ministro do Meio Ambiente

Por: RegiãOnline
17/10/2017 às 17h04 Atualizada em 17/10/2017 às 20h04

Desmatamento na Amazônia caiu 16% no último ano, diz ministro do Meio Ambiente

 

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G1/AMD

 

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, afirmou nesta terça-feira (17) que o desmatamento na Amazônia caiu 16% entre agosto de 2016 e julho de 2017. Segundo o ministro, os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Sarney Filho afirmou que, em igual período do ano anterior (de agosto de 2015 a julho de 2016), o desmatamento na Amazônia havia aumentado 19%. De acordo com ele, queda registrada agora é resultado da atuação do governo.

Apesar da queda, área desmatada foi de 6.624 quilômetros quadrados, a maior parte no Pará (2.413 km²) e no Mato Grosso (1.341 km²). Entre agosto de 2015 e julho de 2016, o desmatamento foi de 7.893 km².

Além dos dois estados, a região da Amazônia Legal é composta por Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

O ministro afirmou que circulam versões de que o governo está diminuindo unidades de conservação, mas que elas não condizem com a realidade.

"Hoje podemos dizer com certeza que não houve nem um retrocesso no que diz respeito a área ambiental na Amazônia", afirmou.

O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares para registrar e calcular as áreas desmatadas. São consideradas desmatadas áreas com a retirada completa da cobertura de floresta primária, independentemente da futura utilização destas áreas.

Renca

Em seu discurso, o ministro elogiou a decisão do governo que revogou o decreto que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca).

"A Renca foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia que, desencontradamente com os dados de desmatamento, teve que refluir e foi revogada", disse.

A extinção da Renca foi anunciada em agosto, mas após críticas de entidades e pessoas ligadas ao meio ambiente, o governo voltou atrás e decidiu manter a área como uma reserva mineral.

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