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Criança pode perder os dentes e pais acusam Ceinf de negligência

Criança pode perder os dentes e pais acusam Ceinf de negligência

Por: RegiãOnline
08/08/2017 às 22h31 Atualizada em 09/08/2017 às 02h31

Criança pode perder os dentes e pais acusam Ceinf de negligência

Capa » Campo Grande » Cotidiano

 

 

Clayton Neves e Arlindo Florentino

 

A família de um garoto de 2 anos, estudante do Ceinf (Centro de Educação Infantil) Varandas do Campo, no Bairro Centro Oeste, em Campo Grande, acusa a direção da unidade de ter sido negligente no atendimento a criança que se machucou durante uma brincadeira. De acordo com os pais, por causa de um ferimento na boca, o menino corre o risco de perder alguns dentes.

Conforme o Boletim de Ocorrência registrado como lesão corporal dolosa, quando chegou em casa na última sexta-feira (4), o pai, que é servidor público, encontrou o menino com a boca inchada e um corte no lábio superior. Na ocasião, a babá contou que no momento em que foi buscar a criança no centro de educação foi informada pela diretora que o menino havia caído durante uma brincadeira.

No caderno do garoto, um bilhete deixado por uma professora informava os procedimentos adotados assim que o acidente aconteceu. “Atendemos ele com todos os procedimentos necessários. Em primeiro momento colocamos gelo no local, em seguida ligamos para os três contatos que temos para comunicação, porém, nenhum nos atendeu”, diz o comunicado.

Preocupado, o pai levou o filho até uma unidade hospitalar, onde segundo ele, foi informado de que ossos haviam sido comprometidos e o garoto poderia perder alguns dentes. Por causa disso, a família acusa o Ceinf de ter sido negligente no atendimento ao menino.

Procurada, a Semed (Secretaria Municipal de Educação) informou que “a direção do Ceinf buscou contato com a família do aluno na ocasião do ocorrido e não conseguiu localizar nenhum responsável. Além disso, o registro da ocorrência foi feito no caderno do aluno”.

A secretaria disse ainda que “como a lesão não foi grave, o aluno concluiu o período de aula e foi para casa. A diretora ressalta que conseguiu falar com o pai no final da tarde de sexta-feira e pediu que ele fosse a unidade nesta segunda-feira (7), o que não ocorreu”.

 

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