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Diego Alves
Leitores entraram em contato com a reportagem e relataram a superlotação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino. O segurança Celso Rocha conta que levou sua mãe, que está sentindo fortes dores nos rins, antes das 16 horas à UPA, porém ela ainda não foi atendida.
A partir desta segunda-feira (25), a previsão é de que o atendimento seja mais demorado, por causa da paralisação dos médicos. A “operação tartaruga” pode levar a seis horas o tempo de espera para os pacientes não considerados em estado grave.
De acordo com o Sinmed (Sindicato dos Médicos do Mato Grosso do Sul), todos os 1,1 mil que prestam atendimento na rede comparecem normalmente aos postos de trabalho, o que ocorrerá é o aumento do tempo entre um paciente e outro.
Nas Upas (Unidades de Pronto Atendimento) e CRS (Centro Regional de Saúde), o atendimento contará com apenas 70% dos médicos e nas UBS (Unidades Básicas), o total de profissionais será reduzido a 30% do efetivo.