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Presidente de time de futebol é baleado em assalto em São Paulo

Presidente de time de futebol é baleado em assalto em São Paulo

Por: RegiãOnline
16/06/2017 às 07h46 Atualizada em 16/06/2017 às 11h46

Presidente de time de futebol é baleado em assalto em São Paulo

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Agências/DL

 

O presidente do Bragantino, Marquinho Chedid, de 58 anos, foi vítima de um assalto, nesta tarde de quinta-feira, em São Paulo, e levou um tiro no pescoço. Apesar do grande susto, ele está no Hospital Samaritano, em Higienópolis, e não corre risco de morte.

O assalto aconteceu por volta das 16 horas, perto da Avenida Sumaré, na Zona Oeste. O dirigente trafegava em seu carro ao lado da namorada, quando parou num semáforo. Em seguida, foi abordado por dois elementos montados numa motocicleta.

Chedid teria levantado as mãos e quando entregava a carteira a um dos elementos, acabou sendo alvejado. Ele foi socorrido pela companheira, que pediu ajuda de pessoas que passavam pelo local. Encaminhado ao Hospital Samaritano, Chedid foi prontamente atendido.

Os médicos verificaram que realmente a bala ficou alojada na parte lateral do pescoço, porém, não atingiu nenhum dos órgãos vitais. Ele sofreu uma cirurgia para a extração do projétil e depois foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). "Por sorte, não foi fatal. A bala rodou no pescoço e não atingiu nenhuma grande artéria, o que poderia ter um forte sangramento. Foi pura sorte" comentou o filho Luiz Arthur Abi Chedid, agora à noite. A previsão é de que ele fique de três a cinco dias na UTI até se recuperar e ser encaminhado a um quarto normal. Ele deve ficar hospitalizado, pelo menos, por 15 dias.

Chedid é empresário do ramo de transportes e também sempre esteve ligado à política e ao futebol. Este caminho foi herdado do pai Nabi Abi Chedid, já falecido, que foi presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF.

Marquinho Chedid, como é mais conhecido, foi vereador em Campinas em dois mandatos e depois cumpriu outros dois mandatos de deputado federal em Brasília (DF). Não conseguiu a reeleição em 1988 e passou a se dedicar apenas ao Bragantino e aos negócios.

 

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