O juiz David de Oliveira Gomes Filho, titular da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, aceitou denúncia do MPE-MS (Ministério Público Estadual) de improbidade administrativa contra 24 pessoas incluídas no relatório final da Operação Coffee Break, que investigou suposta articulação para a cassação do ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP), em 2014.
A denúncia apresentada pelo Ministério Público quer cobrar R$ 25 milhões a título de 'indenização' e implica até quem não é servidor público em suposta improbidade administrativa. O juíz deu prazo de 30 dias para que os citados apresentem defesa. Além disso, mandou citação para a Prefeitura de Campo Grande, que também será integrada ao processo.
Foram denunciados João Alberto Krampe Amorim dos Santos, João Roberto Baird, Gilmar Antunes Olarte, Mário César Oliveira da Fonseca, Fábio Portela Machinsky, André Puccinelli, Nelson Trad Filho, Flávio César Mendes de Oliveira, Luiz Pedro Gomes Guimarães, Raimundo Nonato de Carvalho, André Luiz Scaff, José Airton Saraiva, Edil Afonso Albuquerque, Carlos Augusto Borges, Edson Kiyoshi Shimabukuro, Eduardo Pereira Romero, Gilmar Nery de Souza, Jamal Mohamed Salem, João Batista da Rocha, José Alceu Padilha Bueno, Otávio Augusto Trad Martins, Paulo Siufi Neto, Waldecy Batista Nunes, Carlos Eduardo Belineti Naegele, ITEL Informática Ltda, Proteco Construções Ltda, ID Construções Ltda e CG Solurb Soluções Ambientais SPE Ltda.